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Formatura

Category: , , , By Amanda Magalhães
Há uns dias atrás, uma amiga - e oradora da minha turma de faculdade - me mandou o discurso que ela leria no dia da nossa colação de grau. Ela disse que estava com medo de não conseguir ler, por causa do choro. Eu disse que era bobagem, que eu tinha certeza de que ela leria lindamente e que chorar lendo um texto era o cúmulo da besteira.

Claro, que ao ler o texto um pouco mais tarde, eu chorei até. Mas ela não precisava saber disso. Eu pensei que estivesse naqueles dias onde estou propensa a chorar por qualquer coisinha e deixei pra lá.

Durante a minha colação de grau, eu acho que fui a formanda que mais chorou. No meio de tanta gente, estava lá, a machinha, a hominho disfarçada de menina mais chorona de todos os tempos. Eu consegui chorar em absolutamente TODOS os discursos feitos dedicados à minha turma.

Chorei, por que como boa - ótima - nostálgica que sou, a coisa que mais faço é pensar no passado. Cada frase proferida me levavam pra uma outra dimensão. Eu esqueci da vergonha que estava sentindo por estar na frente de um milhão de pessoas que eu desconhecia e acabei transformando aquele momento numa viagem gigantesca.

Me lembrei de todos os dias passados ao lado daqueles 4 amigos ali do meu lado. De algumas outras pessoas da turma que estavam me assistindo da platéia. De outras que não puderam estar ali, mas certamente aplaudiram a minha vitória. Lembrei das vezes que briguei com minha família, que tanto me apoiou pra que eu pudesse estar ali, com aquela roupa insuportavelmente quente e aquele chapeuzinho engraçado vendo tanta gente de pé e sorrindo pra mim.

Pensei no quão egoísta eu fui, tantas vezes privando as pessoas da minha companhia para poder concluir trabalhos que me levaram à primeira vitória grande o bastante para merecer uma comemoração como esta. Como me disseram mais tarde neste dia, aquele era o 'meu dia'.

Uma formatura é a prova mais impressionante do quão egoísta uma pessoa pode ser. Quanto melhor ela foi, mais egoísta ela precisou ser. Mais ela precisou se esquecer de outros e pensar mais nela.

Foi o que eu mais fiz durante 3 anos. Pensei em mim.
Pensei em mim e me esqueci dos outros. Tudo isto, para 'aprender uma profissão' e me proporcionar um dia de felicidade extrema.

Foi por esta felicidade que eu chorei. Foi por olhar pra trás, ver o tanto que eu passei, quantos obstáculos eu venci e o quanto eu ignorei para estar ali em cima. E foi ali em cima, olhando para a minha família e meus amigos, todos de pé me aplaudindo é que eu percebi, que se não fosse por eles, apoiando o meu egoísmo eu não teria conseguido.

Foi por eles que chorei e é por eles que choro agora, escrevendo este texto e me lembrando mais uma vez de tudo que passou na minha cabeça ao ouvir "We are the champions" do Queen logo após pegar o meu canudo. O nosso canudo.

HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED.
 

Balanço do Carnaval '09

Category: , , , , By Amanda Magalhães
Onde: sítio de amigos da família, há alguns poucos minutos de carro de BH.

Resumo:
  • inúmeras chamadas não atendidas de um número específico (¬¬)
  • 1 SMS com conteúdo preocupante (mas só à primeira vista) :D
  • 1 cicatriz nova, linda e enorme no indicador esquerdo (só é linda por que me cortei partindo limão pra tequilada)
  • 1 quase desmaio que matou geral de preocupação provocado pelo sangue que o tópico anterior causou
  • 1 garrafa de tequila degustada em 4 dias das mais belas formas
  • sol em quantidades exorbitantes e não recomendáveis
  • 1 engenheiro de automação, formado em matématica e que desenvolve em C conhecido
  • 747 fotos (sendo 132 para avatar hahahahahahaha
  • tédio sufocante que foi solucionado com as 'reliquias da morte'
  • 2 meninas de 9 anos falando que querem ser eu quando crescer (assunto para um post inteiro ¬¬ )
  • 1 ligação de amiga de infância (a única que sobrou) chorosa e recém-solteira
Conclusão:
  • carnaval é bom demais
  • ficar off é necessário
  • sentir saudades dos novos amigos mais do que dos velhos é simplesmente lindo
  • esquecer da vida deitada no sol, lendo e depois descobrir que você está bicolor (vermelha e branca) definitivamente não é legal.
  • ver que há realmente vida além monitor/teclado é incrível (e mais incrível ainda é perceber como eu havia me esquecido disso)
  • Engenheiros de automação, formados em matématica e que programam existem (:D) são gente boa e não são bitolados (talvez eu seja mais bitolada que ele)
  • abotoar camisas e amarrar cadarços depois de 5 dias andando semi-nua é um saco
  • lembrar de carnavais passados é deduzir que realmente m**** acontece
  • reparar que não cometi o mesmo erro do último carnaval me deixou realmente muito feliz
  • observar duplar e não pensar 'ano que vem eu também estarei' é indescritível
  • e finalmente, poder lembrar do primeiro tópico de conclusão e ainda assim agradecer por 'todo carnaval ter seu fim' é reconfortante e me acorda pra vida.
Agora é relaxar, respirar fundo e deixar que 2009 comece.

P.S.: E pra começar bem o ano, um trecho de um discurso do Teatro Mágico que eu gostaria muito que fosse meu 'lema' esse ano:

"O ontem acabou, passou, já foi. Daqui a pouco nem existe, ainda nem começou e a gente só tem agora pra poder se declarar, pra poder criticar, pra poder olhar no olho, pra poder se confessar, para ser e estar"
 

Viagens de Amanda parte III - Sonhos lindos parte I

Category: , , , , , By Amanda Magalhães
Estava saindo de casa.
Era espaçosa, muito bem iluminada, com poucos móveis, muita coisa colorida e um chão maravilhoso de madeira.

Tranquei a porta e não guardei as chaves. Desci as escadas com elas na mão. Passei pelo porteiro do prédio que me deu bom dia. Coloquei meus óculos escuros e me encaminhei para um carro. Um C3 grafite lindíssimo. Sentei-me de frente para o volante, coloquei a minha bolsa no banco do passageiro e ajeitei o lenço amarelo maravilhoso que estava amarrado no meu pescoço.

Coloquei a chave na ignição e, "ó, meu Deus, eu sei dirigir!" Não faço a mímima idéia como, mas dirigi. Estacionei em frente à um prédio muito bonito, todo espelhado e desci do carro. Encontrei com uma engenheira colega de serviço e subimos juntas. Pelas escadas, afinal, eu tenho pavor de elevadores.

Entrei na minha sala que para a minha surpresa estava mais colorida e descontraída. As pessoas não usavam uniformes e trabalhavam de forma mais despojada. Desejei bom dia aos meninos e me sentei na minha mesa. Liguei o meu computador e após ler os meus emails (incluindo um bem romântico me desejando bom dia, que foi prontamente respondido), eu abri um terminal e comecei a dar comandos que ainda desconheço, mas com a plena segurança do que eu estava fazendo.

Daí eu não me lembro de mais nada. A não ser depois disso, uma estrada (linda, sem buracos e nem matagal), um dia lindo, um sol maravilhoso e eu dirigindo o C3zinho e o lenço amarelo esvoaçante.

Acordei uma perua de marca maior, mais sonhadora do que geralmente sou e bobinha. Tipo, mais bobinha do que geralmente sou também. :P

Mas, foi lindo. Quem sabe um dia o sonho não se realize, não é mesmo? Para isso, eu só preciso da casa, da carteira de motorista, do C3, do prédio lindo de trabalho, do email romântico desejando bom dia e do lenço amarelo.

Acho que vou começar pelo lenço amarelo. :)
 

TwitterBH - Amanhã! :)

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Então... este ano tá rolando uma interação bem bacana entre os "twitters" de BH. Bom demais. A gente se encontrou (um encontro GERALZÃO e outros picados...), bebeu, riu e se divertiu até.

Daí, na última semana, a gente resolveu botar o grupo pra participar de uma ação social, que unisse toda a diversão dos encontros twittísticos com alguma coisa mais útil.

A coisa mais útil que a gente pensou, foi ajudar gente que precisa. Assim, a gente bebe e se diverte com aquela sensação de "opa, é tudo por uma boa causa"! :D

Então, galera.... O que a gente vai fazer é o seguinte: vamos reunir o povo num bar/restaurante e recolheremos alimentos para doação. Para saber mais, clique aqui, que tem TODAS as informações que você precisa.

RESUMO DO EVENTO:

Twestival - http://twestival.com

Data: 12/02/2009
Hora: a partir das 19:00
Local: Cia do Boi Savassi - Rua Paraíba, 1041 - Savassi - CLIQUE AQUI PARA O MAPA
Instituição a ser ajudada: Núcleo Assitencial Caminhos para Jesus - http://www.caminhosparajesus.org.br
Doações: arroz, feijão, açúcar, leite desnatado, mucilon e neston
Confirme sua presença aqui: http://doodle.com/participation.html?pollId=7yr8azm45c7mf6tn

 

Retrospectiva 2008

Category: , , , , , By Amanda Magalhães
Todo mundo falando que 2008 foi uma porcaria. Todo mundo agradecendo que ele esteja acabando.

Mas quer saber? Eu tenho MUITO a agradecer à 2008.

Certamente 2008 foi um dos anos mais importantes na minha vida. O maior motivo? Eu formei, né? Tecnicamente, minha vida começa agora (assim dizem). Foi em 2008 que eu sofri, me estressei, perdi muito cabelo e chorei pra caramba por causa de um maldito trabalho de conclusão de curso. Trabalho o qual, certamente colaborou muito com o meu amadurescimento (mesmo que ele não tenha ficado grandes coisas, ele foi a coisa que mais me empurrou esse ano).

Neste ano, eu descobri que infelizmente as amizades não duram para sempre. Aprendi vendo amizades de quase 10 anos se desfazerem por causa do maldito/bendito TCC. Por causa dele eu fiquei estagnada em casa. Não saía direito, não entrava no orkut, reduzi as conversas nos IMs da vida, não conversava direito pelo telefone. Aí algumas pessoas simplesmente não aguentaram isso. Isso me surpreendeu, por que eu pensei que depois de 10 anos, ensino médio e todo o meu período de faculdade, as pessoas me entenderiam, e acima de tudo, me dessem razão. Mas não. As coisas fraquejaram e eu me vi perdendo amigas que um dia eu pensei que fossem pra sempre. Um dia.

Mas não foram só amizades perdidas em 2008. Eu ganhei gente que ganharam todo um carinho meu. Meninas que eu amo de paixão. Meninas que eu converso TODOS os dias, o dia INTEIRO (sem exagero, acreditem em mim), que eu saio direto (nem tanta frequencia como eu gostaria), que eu tenho muita coisa em comum e que eu me preocupo como se tivessemos 10 anos de amizade também. As duas eu conheci pela internet e saíram da vida virtual e se tornaram muito mais que reais.

Alias, à internet eu só tenho a agradecer em 2008. Afinal, foi por ela que eu fiz a minha pesquisa pro TCC, foi por ela que eu conheci essas duas, e é nela que está o Twitter. Twitter o qual, foi uma das melhores coisas que me aconteceu em 2008.

Pelo Twitter eu conheci muita gente especial. Gente que começou sendo um @, depois viraram nomes e alguns viraram rostos. Gente que virou um endereço antes de virar rosto (né Gabriel?). Gente que continua nos IMs sendo apenas nomes, mas que certamente já tem um lugar reservado no meu coração. E gente que ainda é só @, mas que mesmo assim também tem a cadeira cativa aqui.

Twitter é coisa engraçada demais. Se parar pra pensar é muito bobo. Mas me ajudou muito. Foi pelo Twitter que eu contei toda a minha saga TCCística, desabafei, comemorei, tirei dúvidas, brinquei... Hoje eu afirmo com TODA certeza do mundo: Meu 2008 não teria sido a mesma coisa sem o Twitter.

Acho que 2008 foi o ano em que eu mais chorei. Isto, sem sombra de dúvidas. TCC, namorado (que agora, graças à Deus é ex), amigos, emprego... Motivos foram os que não me faltaram. Isso não me surpreendeu tanto, já que eu choro por qualquer coisinha que me façam. Mas anyway...

Apesar de tudo, eu tive realizações importantíssimas que influenciarão na minha vida inteira daqui pra frente. Eu aprendi a tomar decisões, eu quebrei a cara, eu aprendi coisa pra caramba, e eu vivi. Bem ou mal, vivi.

Colocando na balança, 2008 apesar de ingrato foi um ano bom pra caramba! Me orgulho de absolutamente TUDO o que eu fiz e não me arrependo de NADA.

Então é isso... Que 2008 vá e que 2009 venha com força total! Se me trouxer metade das coisas que 2008 me trouxe já vou ficar feliz! Mas, a ganância me faz querer mais que isso...


Feliz Ano Novo pra todo mundo e que vocês tenham um 2009 repleto de realizações!

Beijo pra minha mãe, pro meu pai, pra vc que ta lendo e pra todomundo! ;)
 

Minhas considerações sobre o fim da faculdade

Category: , , , , , , , , By Amanda Magalhães
É, eu formei.

E pra falar bem a verdade, a sensação não é exatamente a que eu esperava quando comecei a faculdade.

Quando eu entrei lá, entrei uma menina (17 anos). Era quase um pivetinho (e isso, os próprios meninos da sala me falam). Eu andava de calças largas e tênis de skatista.

Esse comportamento era o mesmo que eu tive a adolescência inteira. Eu sempre freqüentei shows de rock, era uma faz-tudo na banda do meu primo (desde fotógrafa a web designer até carregadora de caixas de som - mas não me importava, já que eu tinha uma camisa com meu nome, aparecia em todos os agradecimentos que eles faziam e andava de Kombi pra cima e pra baixo com eles), depois da aula ficava até duas horas da tarde sentada numa lanchonete que tinha perto da minha escola tomando guaraná Del Rey e comendo chips amarelo que mais parecem isopor com a "minha turma" e sempre me apaixonei pelos skatistas mal encarados do meu bairro (sujeitos os quais, minha mãe sempre proibiu de me tornar amiga, o que fazia com que toda amizade que eu fazia com eles se tornasse clandestina).

Foi nesse pique que eu entrei na faculdade. Sem nenhuma idéia do que seria Análise de Sistemas. Eu entrei por que, devido à minha função de webdesigner na banda do meu primo, eu pensei que este era o curso certo pra quem tinha como passatempo preferido construir sites em HTML puro, utilizando o conceito mais inovador do mundo: as tabelas!

Com o passar do tempo, a gente vê que não é bem assim.

Eu descobri que realmente caí de pára-quedas e que o curso não tinha absolutamente nada a ver com o que eu fazia todas as tardes até então. Descobri que eu não veria HTML tão cedo e que as coisas são bem mais complexas do que o problema que fez com que meus "marquees" não estão mais exibindo o gif super legal que eu criei pra banda.

O problema de tudo foi que eu gostei do curso.

E comecei a me empolgar, já que TODO mundo que descobria o curso que eu estava fazendo me elogiava horrores dizendo que esta era a profissão do futuro!

Durante o curso inteiro, eu só conseguia me lembrar das outras opções que eu tinha colocado no pro-uni: Letras (com ênfase em português), Comunicação Social e Arquitetura. E ficava pensando se eu tava realmente no lugar certo. Comunicação social eu tirei da minha lista logo de cara, já que eu não me comunico muito bem. Às vezes, prefiro um monitor e um teclado na minha frente do que uma pessoa de verdade (an, sim, eu sou um bicho do mato). Letras eu tirei pelo mesmo motivo, já que quem faz Letras não tem muitas opções a não ser se tornar professor (se eu sou péssima para apresentar trabalhos, imagina dando aula). E tinham outros cursos também, mas eram muitos... :P

Mas eu continuei. Muitas das vezes me sentindo literalmente uma estranha no ninho por não entender piadas ou conversas dos meninos da minha sala ou quando tentava conversar com meus antigos amigos sobre coisas que só eu entendia (mesmo que pela metade). Mas continuei por que as coisas realmente me impressionavam. E me deixavam curiosas para saber como funcionavam!

E batalhei, suei, custei a arrumar estágio, arrumei (um não totalmente técnico, onde eu não coloco a mão no código, apesar de querer muito aprender a programar), passei pra noite, e um dia eu descobri que tinha “crescido”.

Percebi que não usava mais calças largas, que não me importava mais com bandas como antes, que não falava mais com os skatistas mal encarados (e nem me apaixonava mais por eles) e minhas leituras não eram mais quadrinhos engraçados, mas sim feeds técnicos. Tá. Os tênis ficaram (mas são all stars e não skatistas), mas foi uma mudança e tanto!

E junto com essa mudança pessoal, veio um monte de conhecimento técnico que eu não sabia (e às vezes ainda não sei) onde colocar. Um bando de coisa nova que me deu uma base e um amadurecimento enorme para entender coisas novas, mas que realmente não me ensinou uma profissão. Pelo menos não no sentido literal da palavra profissão. E isso me frustrou.

Conversei recentemente com um professor sobre isso e ele me disse que isso está certo. Que a faculdade não ensina nada pra ninguém e que quem aprende a profissão somos nós. E ele falou também que profissões não têm manuais do tipo: “Como ser um Analista de Sucesso em 10 lições!”

Whatever.

O objetivo de todo esse texto foi pra falar que acabou. Não tem mais faculdade e eu não sei o que pode ser daqui pra frente. Pela primeira vez na vida eu vou sair do serviço e ir pra casa. Vai ser tipo quando eu só estudava. E ficava até duas horas da tarde na lanchonete tomando guaraná. Mas agora isso pode ser chamado de Happy Hour e a lanchonete será substituída por bar e o guaraná por cerveja. hahahaha

Vai sonhando, heim? Acho que acabou porcaria nenhuma. Acho que agora é que realmente começa.

Future, here we go! :)

P.S.: Eu infelizmente não terei happy hours todos os dias. Pretendo estudar e aprimorar o meu lado programadora à noite, já que não faço isso sempre no serviço.
 

É hoje...

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Eu tô tão nervosa, tão nervosa que precisava falar alguma besteira aqui pra relaxar. Aliás, tem tempo que não passo aqui. É tudo culpa dessa nossa vidinha corrida...

Assim... Tô formando agora. Como todo mundo sabe (ou não). Então... Apresento agora o TCC.

Para ser mais exata, hoje a noite. Ás 21:00 estarei eu lá, firme e forte como um prego no pudim. Não por que eu não saiba as coisas que eu vou apresentar. Sei e sei pra caramba. Estudei muito pra poder afirmar com essa segurança toda.

Mas acontece que essa segurança é covarde. Ela se esconde TODA vez que eu penso na hora da apresentação. Aí eu tremo nas bases.

Fico nervosa, dou crise de riso (ou de choro) e quase peço pra sair!

Amanhã eu volto e conto qual foi o resultado (Ou não. O que é muito mais provável!)

beijosmeligapradesejarboasorte!

P.S.: Não vou comentar do meu pé que está definhando dentro desse sapato bico fino, que é chique, mas que me faz desejar os meus all star como nunca na vida toda.
 

A coisa mais incrível do Twitter: seguir gente que você admira.

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Há pouco mais de um ano, comecei a trabalhar com qualidade em projetos de TI. A intenção do meu chefe ao me contratar era fazer com que eu o ajudasse a implementar uma metodologia de desenvolvimento e criasse os documentos para tais projetos.

E no início eu só estudei. Passei dois meses estudando sobre várias metodologias diferentes e fui criando minhas preferências. E fui lendo artigos e livros de gente que é quase uma figurinha carimbada nesse ramo. E fui criando uma admiração muito grande por esse mundo e pelas pessoas que tanto escreviam sobre ele.

Quando chegou minha hora de decidir o tema da minha monografia, eu nem titubeei. Já escolhi logo de cara falar sobre o impasse em que me encontrava todos os dias no meu serviço: a junção das metodologias ágeis com o PMBOK.

E aí eu comecei a fazer mais parte desse mundo. Integrei vários grupos de discussão, comprei livros e revistas, salvei vários blogs e sites no meu Favoritos (na época eu ainda não conhecia o Reader, vê se pode!) e lia todos os dias. Lia, salvava e acrescia trechos e mais trechos ao meu referencial teórico.

É exatamente nesse meio tempo que a gente começa a ter dúvidas. E começa a criar monstros e dificuldades. E foi aí que eu comecei a tentar me comunicar com as pessoas que escreviam a minha leitura diária. Para a minha surpresa, eles sempre responderam! Alguns me adicionaram no gTalk pra gente trocar experiências (é, um deles veio me pedir ajuda em linux! Troca de favores mesmo, mas infelizmente, a newbie aqui não pôde ajudar =/ ).

Mas mesmo assim, nenhum deles nunca me deixou na mão! Sempre que eu precisei e pedi ajuda, eles sempre me ouviram, responderam e me mandaram material!

Uma vez, fiz uma pergunta num grupo de discussão internacional que rendeu assunto! E aí um dos criadores da metodologia que eu estou falando (o eXtreme Programming), me respondeu!

E aí te dá aquela sensação boa, sabe? Sensação de que você convive com eles, faz parte do mundo deles e que você tá aprendendo com quem sabe, e sabe muito. E que por isso vai dar tudo certo.

Então eu conheci o Twitter. Que no início era só pra diversão, foi se tornando uma coisa mais séria. Tá certo que eu não twitto nada com nada na maioria das vezes (e fiz muitos amigos por lá), mas as pessoas que eu sigo são aquelas que eu admiro. Todas, sem nenhuma exceção. São pessoas que independente do ramo de atuação mandam links interessantes ou falam coisas bacanas.

E aí que eu sigo algumas dessas pessoas que eu admiro, leio e cito na minha monografia. E isso me faz me sentir ainda mais próxima da pessoa. Sei que é besteira, mas me faz bem. E eu gosto e continuo seguindo. =)

Beijosmeliga!
 

Viagens de Amanda parte II: Frangos, mutações genéticas e área 51

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(Postando este texto, eu corto uma das minhas metas - a 94 - da lista de coisas a se fazer em 1001 dias. Aliás, esse final de semana cortei algumas. Posto depois.)

Eu tenho uma mente bem fértil. E consigo imaginar explicações cabulosas para todas as coisas. Tá, exagerei, mas em sua grande maioria, pelo menos eu consigo...

Uma das viagens mais absurdas que eu já tive na minha vida foi em relação à frangos.

Quem concorda que há muitas "partes" de frangos por aí? Tipo, se você vai fazer um churrasco, as pessoas muitas vezes insistem em comprar coraçãozinho de frango para assar. Aí que quantos corações existem em um quilo? E se levarmos em conta que cada coração é um frango, quantos frangos precisaram morrer para fazer a festa de algumas pessoas?

Aí que eu não acredito nisso. Não sei explicar direito, mas acho que a indústria alimentícia está diretamente ligada ao ramo de pesquisas genéticas.

Suponhamos que em um quilo, você obtenha 100 unidades de coração. Isso significa a morte de 100 franguinhos. Aí que eu acho que não são 100 franguinhos, por que este número é alto.

Eu acho que a indústria alimentícia desenvolveu este lado de pesquisa genética para fazer com que os franguinhos sofressem algumas mutações que a beneficiariam muito.

Imagine só, se existissem frangos que possuíssem 3 corações? 2 pares de coxas/sobrecoxas? O seu custo para conseguir um quilo de coração, por exemplo, seria menor do que se você precisasse criar 100 frangos, para obter o mesmo quilo de coração no método convencional.

Aí que é óbvio que o preço de investimento nestas pesquisas foram altas e tal, mas isso é o de menos, afinal, quem não concorda que o custo x benefício é excelente?

E a ligação da área 51 com tudo isso? O fato é que eu não acredito que a área 51 seja a área do exército americano tratar de seus achados misteriosos, tipo ets e pés grandes da vida.

Eu acho que a área 51 é um local onde cientistas se reunem para realizar experimentos macabros. E os experimentos dos franguinhos bizarros? Lógico, são realizados lá.

Beijosnãomeligaseformechamardelouca! =P
 

Ah... Crianças...

Category: , , , By Amanda Magalhães
Esse final de semana, aconteceram coisas que me renderiam 356 posts, mas acho que vou falar sobre uma.

Então, eu tenho "sobrinhos". Tenho um irmão de criação que mora em Itabirito e que cuuusta a vir pra BH pra ver a gente. E ele tem dois filhos que são a coisa mais linda do mundo. Tenho uma ENORME paixão pelos dois.

Pois é. Eu sempre tive um ímã para crianças. Elas olham para mim e me amam. E querem ficar no meu colo, querem brincar comigo e tal... E o pior é que eu adoro. Amo correr atrás dos pirralhos, deitar e rolar no chão com eles. sou meninona... só tenho tamanho

Meus sobrinhos são o Daniel e o Jõao Victor, de 4 e 1 ano e meio, respectivamente. O Jõao é mais "quietinho" e o Daniel é o mais encapetado levadinho. (Clica aqui pra ver o João e aqui pra ver o Daniel)

Eis que no sábado, depois de correr, brincar, pular servir de cavalinho e quase morrer de rir, eu já estava pingando de sono e os meninos bem elétricos ainda. Aí fui fazer o Daniel dormir, já que o João estava com a mãe dele.

Deitei na cama e coloquei o Daniel do meu lado. Conversa vai, conversa vem, ele abaixa as calças e diz: "Olha, meu 'piu-piu' tá duro." Eu levei na boa. Pensei: "Pô, o menino é muito novo..." e então perguntei: "E por que isso acontece?" e ele: "Não sei, é assim mesmo. Ele cresce, diminui, cresce, diminui.... Vamos brincar de médico?"

Aí o assunto mudou de figura. Comassim brincar de médico, meu Deus do Céu? Ele tem 4 anos de idade...

"Como brinca de médico Daniel?", "Uai, você deita, fecha os olhos e eu faço o resto.", eu:"Que resto?" mas aí ele levantou e saiu correndo.

Eu fiquei chocada. Assustada demais para fazer alguma coisa. Levantei e fui atrás do pai dele. Quando contei, ele morreu de rir, disse que o filho era pegador nato e tal coisa de homem imbecil dizer e chamou ele pra conversar. Segue o diálogo:

"Você quer brincar de médico com o papai filho?"
Daniel: "Não. Quero brincar com a tia."
"Por que você não quer brincar comigo?"
Daniel: "Por que você é marmanjo e tem barba. A gente brinca de médico é com menina!"

O pai dele riu até e mandou eu parar de frescura, por que era só um menino. Quando a gente voltou pro quarto, a mãe dele estava lá com o João e com minha prima.

Deitei com ele em uma das camas e ele continuou com a idéia:

Daniel: "Eu ainda quero brincar de médico."
"Se você não dormir, a gente não sai amanhã."
Daniel: "Vamos lá pra sala? Pra fazer igual eu faço com a Livinha (Livinha é a vizinha dele lá de Itabirito). Aqui tem muita gente..."
"Pra que você quer ir pra sala?"
Daniel: "Por que eu quero brincar de médico e no meio desse tanto de gente não dá!"
"E você brinca de médico com a Livinha?"
Daniel: "Só na sala, por que no quarto sempre tem o João Victor, e ela prefere brincar de médico na sofá do que na cama. Anda... Vamo la pra sala..."

E ele falou tanto, e me incomodou tanto pra ir brincar de médico, que acabei deixando ele lá sozinho... E ele dormiu com a minha prima. Mas bem longe da cabeça dela, por que ele não gosta dela (palavras dele).

Depois de sábado, eu fiquei bem chocada. Comassim uma criança de 4 anos de idade chama os outros pra brincar de médico por que o "piu-piu" dele cresceu?

Quando eu tinha 4 anos, a única coisa que eu sabia era brincar de casinha. E não tinha marido, por que eu sempre fui mãe solteira nas minhas brincadeiras.

Agora eu acho que eu é que era bobinha inocente mesmo... pff... Crianças... =P
 

Eu sofro de insônia

Category: , By Amanda Magalhães
E é um saco. Não tenho muito tempo para dormir por default já que acordo às 6:00 e só chego em casa 23:45 (aí, até tomar banho, fazer aquele lanchinho, já viu né?).

Então que para piorar isso, eu ainda tenho problemas para dormir. Geralmente chego em casa morrendo de sono. Mas é só deitar que o sono passa. Aí fico deitada, olhando para o teto no escuro e pensando besteira.


Eu tenho a mente muito fértil (se você leu os outros posts, ou me conhece, sabe disso) e pensar besteira é comigo mesma. O problema é que, talvez devido à falta de sono, eu me deixo levar muito pelas besteiras que penso. E fico encucada e preocupada com as besteiras durante o dia também. E essas besteiras, ainda que eu saiba que são besteiras, influenciam muito em decisões que eu tenho que tomar no dia a dia.

Sem contar as besteiras bem bobas que influenciam no meu cotidiano, eu ainda passo o dia pós insônia como um zumbi. Rosto inchado, olhos fundos, corpo ruim e uma preguiça infernal. Aí tenho que apelar para maquiagem pra disfarçar as olheiras e tal (por que sim, eu sou vaidosa! Digo isso, porque existe um certo preconceito - totalmente infundado - para com as "garotas de TI"!) e acabo chegando atrasada no serviço.

Ontem o dia foi o cúmulo de zumbizisse da minha vida! Dormi até em pé dentro do ônibus. Em compensação, cheguei em casa, tomei banho e me deitei e para variar, eu dormi!

Acordei bem humorada, bem disposta, tudo melhor! Não gastei tanto tempo me maquiando como de costume (por que também me maquio mesmo quando não estou com tanta cara de zumbi) e vim trabalhar até mais feliz e sorridente, mesmo com esse tempinho frio que exige edredon+filme+pipoca+guaraná+brigadeiro.

Então resolvi postar só pra demonstrar a felicidade de uma noite bem dormida!

E também estou feliz porque ontem ganhei o abraço que eu estava precisando há dias. Abraço ainda é melhor do que meio litro de milk shake para deixar a gente bem. Se você juntar abraço, milk shake e uma noite bem dormida então... Fica MUITO bem!

Beijos Pessoas! =)
 

Frases polêmicas

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Um belo dia, a @biagranja falou uma coisa no Twitter que eu gostei.

Frase doida e meio sem nexo, do jeitinho que eu gosto de colocar como mensagem no gTalk.


E eu coloquei. E ficou muito tempo e ninguém falou nada.

Então eu coloquei a resposta: 42 (não entendeu? Clique aqui).

Aí começou a "polêmica".
Um amigo meu (beijo, Henrique!), disse que não concordava que a resposta fosse 42 e fez alguns cálculos e provou que a resposta poderia ser 12.

Como uma pessoa justa que eu sou, resolvi colocar também a resposta do Henrique. Então coloquei como resposta: "42. Ou 12. Só depende do ponto de vista."

(Teve até neguinho falando que a resposta não era nem uma nem outra, que era Chuck Norris, mas eu acho que essa já tá meio batida...)

Segue agora um diálogo que eu tive com um colega do gTalk:

X: fala amanda...blz?
Adoro as suas frases... hehehe
Amanda: beleza
rsrssrs
qual a sua opinião?
qual vc acha q é a resposta?
X: eu accho que é 48
Amanda: huuum
por que?
X: ah...tipo...pq vc acha que é 42 ou 12?
Amanda: eu acho q é 42, pq 42 é a resposta para todas as perguntas do universo
Já leu o guia do mochileiro das galáxias?
Nele, um super-computador diz q 42 é a resposta pra tudo
Aí ontem, um amigo meu, me disse q achava q era 12
Fez algumas contas cabulosas lá e me provou q era 12
Aí dependendo do ponto de vista - científico ou cultural - podemos ter estas 2 respostas, respectivamente.
Entendeu?
9 minutes
X: ahuahuhaua... vc é comica

Pô... eu crio toda uma filosofia por trás de uma frase super complexa e ele demora 9 minutos pra me dizer que eu sou cômica?

hehehehehe

Sabe o que eu acho? Que a gente deve dedicar um tempo para idiotices agudas filosofia.
A gente já tem tanta responsabilidade, tanta seriedade na vida...

O que seria de mim (ó pobre coitada) se não viajasse desse jeito?
Acho que a pressão já tinha me explodido. Ui ui ui!

Então não me importo se as pessoas possam pensar que eu sou doida, idiota ou que eu sou cômica.
Ou ainda que pensem que sou tudo isto junto.

=D

"Sou o que sou e ninguém vai me mudar!"

Mas vem cá...
E você? Acha que é quanto? E por que?
(é, porque não basta só chutar um número. Tem que justificar!)

Beijoscomenta!
 

Viagens de Amanda - parte I

Category: , , , By Amanda Magalhães
Meu sonho é ser programadora. Boa programadora.

Estou tentando me tornar isto, com aulas diárias de PHP com meu amigo Fabiano. Tenho noções de algumas linguagens, mas quero saber pra caramba, sabe como é?

Quero isso, por que eu sei que só assim posso fazer um mundo melhor pra mim. Literalmente!

Pra quem assistiu Matrix, sabe o que ela era. Pois é. Eu quero criar a minha Matrix. Para isto, eu preciso saber programar bem.


Quero construir uma cidade maravilhosa. Com praias de areia branca e água beeeem clarinha. Eu terei total controle sobre todos os Bots que nela morem (assim, terei certeza de que ela continuará linda como quando foi criada) e eles serão legais pra caramba.

Quero transformar o meu corpo também. Vou alongar o meu cabelo e deixá-lo como o da Gisele Bündchen. Vou aumentar os meus seios e tirar as marcas e cicatrizes indesejadas das minhas pernas. Vou definir mais a minha barriga e vou andar sempre bronzeada. Vou também congelar o contador "idade".

E vou criar o meu príncipe.

Claro. Por que qual seria a graça de ser linda de morrer e morar em uma cidade maravilhosa, com Bots bacanas e não desenvolver um cara perfeito? Será a minha chance de transformar em realidade tudo o que as pessoas me dizem que é demais: o meu homem perfeito.

Nerd. Engenheiro ou matemático. Que goste de ler, entenda de computadores e use linux. Que seja carinhoso, romântico e fiel. Que me apresente aos amigos, que me abrace quando tiver relampeando e que transforme as conversas de travesseiro em divertidíssimas discussões tecnológicas e viagens escabrosas como as que eu vivo tendo. Que seja alto, moreno e tenha o corpo de jogadores de vôley.

A gente se casará e teremos uma vida maravilhosa juntos. Vamos morar em uma casa grande, decorada com base nos anos 70. A gente vai ouvir música deitados na rede da na varanda, e caminharemos de mãos dadas na praia, observando o pôr do sol.

E a gente não vai precisar trabalhar. O contador "dinheiro" estará dentro de um loop propositalmente infinito. Teremos o dia inteiro para nos divertir. Vou criar algumas boates, uns forrós (por que de vez em quando eu gosto), cinema e um monte de botecos.

Boteco sim, que é pra gente ir com os amigos. Por que é claro que vou transportar as minhas amigas pra minha Matrix. Vou verificar se elas querem um príncipe e vou programar um pra elas também. Feito sob medida.

E a gente vai ter dia de meninas, que é para aprontar e fofocar. A gente vai sair sozinhas, vamos beber muito e comer muita porcaria. E vai ser o dia deles jogarem voley (por que como eu quero um nerd com corpo de jogador de voley, ele tem que jogar vôley, não futebol - e por falar em futebol, meu nerd será atleticano), e fazer coisas de homens.

Mas, como nem tudo é perfeito, principalmente para mim, o meu programa provavelmente terá bugs. E um desses bugs, assim como na Matrix, será uma loira de vestido vermelho, que conquistará o meu príncipe.

E ele irá embora. Com o bug loiro de vestido vermelho imbecil.

Com muito ódio no meu coração, vou dar ao bug o nome de MalditaI e vou dedicar os meus dias para dar cabo à ele. E então eu vou ficar deprimida. Vou começar a comer muito (consequencia da depressão) e engordar horrores. Vou ficar mais branca do que estou agora na vida real por causa dos dias e dias que me trancarei no quarto pra tentar consertar este bug.



...



¬¬'

Isto é prova de que nem na minha Matrix, eu posso ter paz. Que tudo nela, apesar de depender da minha vontade e da minha imaginação ainda está sujeita a imprevistos.

Por isso é que eu tenho que ser uma boa programadora. Para criar tratamentos de exceção decentes para estas porcarias de bugs que possam por ventura aparecer.

Afinal, eu tenho que ser dona do meu destino.
:)

E afinal, eu tenho que estar preparada, por que se caso algum dia seja realmente possível a Matrix existir, eu já saiba o que fazer!

Editado: Me deram uma idéia ótima: Eu nem preciso ficar gorda e deprimida pra acabar com a MalditaI. É só eu fazer BACKUP sempre! Daí, quando a MalditaI aparecer, só preciso restaurar o backup e continuar como se nada tivesse acontecido! E ainda posso aumentar uma linha no Principe.exe: "olhar_para_outras mode OFF" ! haha! Realmente é melhor previnir do que remediar! Obrigada Marco! :)

Beijosmelinkaaê!
 

101 em 1001 - metas cumpridas!

Category: , , , By Amanda Magalhães
Voltei por que esqueci de falar sobre as metas que risquei da minha lista. Risquei dois de uma só vez! :)

Meta 61:
Ir num forró e dançar até sentir que não aguento mais (de preferência com alguém conhecido)

Meta 63:
Sair mais com os amigos que fiz pela internet.

No último sábado, dia 02/08/2008 eu fui na Flashback com a Amanda (minha xará!) e com a Titi. Duas amigas que eu fiz pela internet. A Amanda conheci há alguns meses, graças a Campus Party deste ano. A Titi eu conheci por intermédio da Amanda há duas semanas.

Foi simplesmente o máximoo!!!
Eu não dancei com ninguém que eu conhecia, mas dancei *muito*! Juro que nunca tinha sentido tanta dor nas pernas em pós balada. E olha que eu fui de tênis!

Depois que eu tava lá, que um doidinho me puxou pra dançar (o que eu gostei lá é isso... os caras chamam a gente... Tem lugar que não chamam não) foi que eu reparei que não sabia mais dançar! =O

Fiquei morrendo de medo de ficar jogada as traças lá, mas nãoo!

Um monte de gente me chamou pra dançar e mesmo que não chamasse, a Cíntia (prima da Amanda, que foi com a gente) me garantiu que eu não ficaria parada, por que rola um rodízio entre elas. Adorei isso. Mas nem precisou.

Aprendi um monte de passo novo, descobri q um monte de coisa que eu achava que era certo, não é certo mais... A-do-rei-e!

Pena que não vou voltar tão cedo... Por que eu já falei que tenho que terminar a porcaria da minha monografia. Então eu resolvi que vou dar uma parada de sair. E outra... estou em um tempo de estudo mesmo. Decidi que concluo (pelo menos uma parte) de outras duas metas minhas:

Meta 39:
Aprender PHP

Meta 40:
Aprender + sobre gnu/linux

Então, vou dedicar mais as minhas horas vagas para a conclusão delas. Afinal, tenho que aproveitar meu tempo atôa e que estou solteira, claro e investir em mim! :)

Beijosmelinka?
 

Só pra agradecer

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Criei este post só para agradecer...

XD

Ao @caioalves!
Sei que já fiz isso pelo Twitter, mas acho que vale por aqui também...

Este banner bacanudo que está aí em cima?
E este pequetito que está aqui do lado?

Tudo obra de arte dele... :)
Adoreeeei demais!

Tá certo que o lay do blog tinha que ser um pouquiiinho mais dinâmico pra combinar com o bannerzão lá de cima, mas acho que tá melhor do que tava, com certeza bom...

Caioo... muitissimo obrigada viu?!

Se algum dia precisar de alguma coisa que eu puder ajudar, eu ajudo! XD
E como diria a minha avó... "Quando você casar eu danço!"

Beijos!!
 

Finalmente #cparty09 !!! Aeeee!! XD

Category: , By Amanda Magalhães

Finalmente.

Aquilo pelo o que eu esperei desde o início do ano praticamente e chorei litros por não ter ido esse ano finalmente deu notícia...

Aeeeeee!!!!! :D

Feliz demais e animada demais pra que chegue logo...


E então.......... tô caçando gente pra ir comigo...
tem alguns gatos pingados só uma amiga minha que já me deu certeza que vai... mas eu acho que uma caravana precisa de mais gente né...

Então ó... Galera de Belo Horizonte...
Vou tentar criar uma caravana pra ir, ok? Se alguém já estiver criando uma, ou se tiver afim de ir e estiver meio perdido como eu tô, dá um toque aí beleza?

Quero começar a olhar mais cedo (não agora né) pra não deixar pra última hora e passar aperto...

Se ninguém quiser ir também, vou só eu e minha amiga mesmo... Tenho certeza de que ninguém tem preconceito com um clã de duas pessoas... XD

E tenho certeza de que mesmo que eu vá sozinha não vá ficar lá sozinha graças ao povo todo do Twitter... XD Tenho certeza de que eles me adotam... XD

né galere?

Beijosmelinkaemandaemailfalandodacp09!
:*