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Que mané retrospectiva o que?

Category: , , , , , By Amanda Magalhães
Todo ano eu escrevo alguma coisa a respeito do ano que passou. Fico relembrando as coisas que eu gostei, as coisas que eu queria mudar e né. Tudo que aconteceu.

Pra 2009 eu não quero fazer isso. Eu acho que 2009, em sua maioria de acontecimentos, foi um ano de total decepção. Me aconteceu tanta coisa ruim quanto aconteceu coisa boa em 2008.

Das coisas boas que me aconteceram e que vão me marcar pra sempre, são a minha colação de grau (que eu já falei a respeito demais por aqui) e o FISL 10.

E as pessoas né. Conheci muita gente linda esse ano. Mas isso ta ficando default. Eu também conheci muita gente linda em 2008. Essa parte de pessoas deve ser tipo um ciclo. Pelo menos tem sido. A cada ano entra e sai gente da minha vida. Uns pq eu chuto, outros pq me chutam, outros pq não tivemos mesmo escolha...

Anyway.

Eu nunca fiz uma lista com metas para um ano específico. Já fiz a tal da lista de coisas que eu quero fazer antes de morrer, mas aquilo é uma droga. Eu mudo de idéia como quem troca de roupa. Fiz a lista e hoje eu CHORO de rir com algumas coisas que escrevi nela.

Então quero fazer uma lista agora de coisas que eu quero fazer em 2010. Se eu desistir, não tem problema não. Eu sei que eu vou ter os meus motivos. Só não posso desistir antes de tentar.

1º: Quero ser uma pessoa mais séria.

Quero parar de rir de tudo que me falam. Quero parar de rir de qualquer piada idiota. Quero parar de rir sozinha dentro do onibus. Quero parar de rir ao lembrar de qualquer coisinha mais ou menos engraçada que já tenha me acontecido.

Ou não.

Tá certo que eu fico parecendo uma palhaça. E que todo mundo já faz piada com o fato de que eu nao consigo segurar o riso. Mas né. Sou eu. Meu jeito. Tem gente que gosta. Eu gosto. Então...

Só vou tentar ser mais compenetrada e nao rir demais de piadas tipo a do paraguaio e a do chama seu vô pra dentro.

2º: Quero aprender C.

Quero mesmo.
Quero ajudar em alguns projetos.

3º: Quero continuar na busca pela certificação LPI.

Quero mesmo também.
Tem gente que diz que ela não vale nada.
Mas né. Eu quero pra mim.

4º: Quero parar de me importar com que os outros pensam.

E eu ia escrever uma frase aqui.
Uma só.
Mas eu acho que ia ficar feio.
Aí censurei.

5º: Aprender mais Python.

Comecei em 2009.
Não foi planejado.
Mas né. Me apaixonei.
Que continue em 2010.

6º: Separar mais tempo pra ajudar em projetos que eu apoio

Por que eu sei que eu procrastino demais.
PÁRA (esquece essa reforma ortográfica, meu) DE OLHAR (e publicar :P) BESTEIRA NA INTERNET E VAI AJUDAR QUEM PRECISA MENINA.

7º: Parar de passar só esmalte vermelho

Tem um número infinito de cores de esmalte.
E você só passa vermelho por que?!

8º: Fazer as outras 2 tatuagens que eu to planejando há tempos.

E né. Retocar a outra que ja ta aqui.
Mas achar um cara foda pra me tatuar.
Burrice a gente faz uma vez só.

9º: Ir nos vários inferninhos de BH

Poxa. Não sei por que eu parei de sair a noite.
Quero dizer.
Sei.
Mas e daí? A gente pode achar outras pessoas que gostem de sair também.
E na verdade eu até conheço. Vou sair mais com eles.
Eu acho que eu to ficando velha e chata. Vou mudar isso em 2010.

10º: Bifurcar meu blog.

E isso é urgente.
Preciso de um pra escrever só coisa 'séria' e um outro pessoal.
Já que aprendi em 2009 a separar essas duas coisas, vamos colocar em prática no blog também.
E né. Esse blog novo já tem tudo.
Planejado.
Daí entra também o lembrete do nº 6. Parar de olhar besteira e agir mais. :~

Pra finalizar, que vá embora 2009.
Você, em suma, só serviu para me render as duas melhores descrições de amigo oculto que eu já tive em toda a minha vida.

A primeira, feita pelo Kico que dizia:

"Eu acho que se a minha amiga oculta morrer hoje ela reencarna como um pinguim"

Né. Não precisa comentar. :')

E a segunda, feita pela esposa do meu primo:

"A minha amiga oculta é a pessoa mais esquisita que eu conheço. Ela gosta e faz umas coisas estranhas que ninguém nunca ouviu falar."

E o engraçado, é que a família inteira soube quem era.

Dizem muito sobre mim as duas descrições.
 

'Crepúsculo' e eu.

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E aí que depois de MUITOS meses de resistência, eu li o 'Crepúsculo'.

Eu tinha um preconceito desenfreado contra o livro, por que sinceramente (até agora, quando paro pra pensar com clareza) a história me parece um pouco patética: vampiros adolescentes que saem por aí se degladiando com um mundo de gente pra poder viver/proteger um amor - impossível - entre uma humana e um 'amaldiçoado'.

Ah droga. A última coisa que eu precisava, MESMO, era uma dosezinha extra de historinhas de amor. Este era o maior motivo pelo qual nao li o livro antes. O romance. Eu não estava muito a fim de um livro meloso. Por isso lutei contra os argumentos favoráveis do meu irmão até não aguentar mais.

Até que segunda feira retrasada ele estava lá, assistindo o filme. Eu não tinha nada pra fazer. Fui assistir com ele. E sabe como é. Não gostei muito não. Gostei do romance (ô ironia, né? Culpa da tpm dusinferno que deixa a gente assim). Mas achei o filme mal feito.

Aí resolvi. "Vou ler o livro. Os livros sempre são bem melhores do que o filme". Peguei o 'Crepúsculo' na estante do meu irmão na quarta e tracei uma meta: Preciso terminar este e o 'Lua Nova' até o dia 20 de novembro (hehe. ninguém imagina o PORQUE). Algo em torno de 700 páginas. Pensei que com o feriado, conseguiria cumprir.

Bom, o fato é que:

Hoje é quinta feira, 05 de novembro remember remember the fifth of november, the gun powder treason and plot. I can think of no reason why the gun powder treason should ever be forgot.(foi mal, nao resisti).
Eu acabei de ler o 'Lua Nova' e estou com o 'Eclipse' na minha frente.

E eu to puta.

Puta de raiva por que a gente lê com um sorrisinho besta na cara e um 'aaawn' permanente na boca e depois percebe que é ficção e que não, NÃO é com você. E nem nunca será por que não existe homem fofo, bonito e irresistivelmente romântico assim.
VDM.

P.S.: E eu digo isso, terminando o post na maior contradição em que eu poderia cair. Não li a princípio por causa do romance carregado entre as aventuras do vampiro piegas e da humana apaixonada. E agora, além de estar AMANDO toda saudosa melação, a história tem me prendido um tanto. Isso é que eu chamo de livro surpreendente.

E ah. Eu não sei o que me prendeu a ele. O romance, a história e a forma como ela é contada ou tudo juntoemisturado. E nem me importa mais. O que importa é que eu to gostando demais e que o 'Eclipse' ta me esperando ali.

Voume preparar pra minha quase última (é o penultimo livro da série) dose - em não sei quanto tempo - de romance inverterado. Ou não.
 

Sobrenome: Utopia

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Todo mundo gosta de alguma coisa pela sensação que essa coisa os passa. Se você gosta de livros, é por que a sensação que a leitura lhe causa te agrada. Se você gosta de esportes radicais é por que a adrenalina que eles te proporcionam lhe são interessantes e assim por diante.

Pensando nisso, eu descobri que gosto das coisas pela utopia que elas me passam.

Pode parecer estranho falar assim, mas é verdade. Quem me conhece, sabe que tá pra nascer pessoa mais sonhadora do que eu. Sabe que eu viajo na maionese e que pequenos acontecimentos são suficientes para que eu os transforme em pensamentos gigantescos. Não é novidade o lado Amélie Poulain em mim.

Descobri esse lance da utopia, escrevendo um post sobre metodologias ágeis pra publicar no 'garotas nerds'. Desde que comecei estudar metodologias ágeis, não consigo esconder a quedinha que tenho pelo Extreme Programming. Gostei tanto que foi ele quem me deu a idéia sobre o tema do meu TCC e tudo o mais.

E foi falando sobre as vantagens dele que a minha ficha caiu. Eu gosto do XP justamente por ele pregar que a programação e o trabalho envolvido no desenvolvimento de um sistema deve ser algo divertido. Que o trabalhador não deve se sobrecarregar e deve obedecer um ritmo de trabalho de 40 horas semanais no máximo.

É bonito. É agradável. É tudo que a gente, como ser humano, quer mesmo, não é? Ter um trabalho divertido, com colegas legais e um ambiente leve. É isso que o XP prega (além de outras coisas, claro).

Aí, como uma coisa puxa a outra, eu me lembrei do Software Livre, que me conquistou logo de cara. Por que eu gosto tanto dele? Por causa da liberdade que ele proporciona. Por causa da comunidade que se ajuda em qualquer ocasião. Toda aquela filosofia bonita que tem por trás dos códigos abertos e tal.

Não que tudo isto seja utópico. Tipo, elas acontecem mesmo (ou pelo menos deveriam). Mas eu tinha tantos outros fatores disponíveis para me apaixonar pelo XP e pelo SL... mas não. Foi pelo lado 'como tudo deveria ser' da coisa.

E isso não é só nesses aspectos. Vão desde questões profissionais até amorosas. E isso é foda.

Foda, por que enquanto eu ficar me mantendo neste mundinho colorido e maravilhoso, eu vou levar tombos cada vez mais feios. Como diz minha avó: 'Quanto mais alto, mais feia a queda'. Eu preciso aprender a dizer 'desce daí menina' pra mim mesma.

Ou não. Ou continuo me esfolando em busca do mundo bonitinho e me levantando depois de cada tombo. Talvez com todas as quedas eu desenvolva a habilidade pra deixar de ser assim. Ou então continuo pra sempre sonhando com as coisas que eu gostaria muito que acontecessem. Quem sabe um dia elas não acontecem de verdade, não é mesmo?

O problema, é que nem todos os meus sonhos dependem só de mim para acontecerem. bleh.
 

A nova era do Romantismo

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(18:40:49) amanda@jabber-br.org: eu ate fiz uns tuneis para ele ..um dia desses pro povo da empresa tentar ajudar ele
(18:40:57) amanda@jabber-br.org: mas ele tava passando muito aperto
(18:41:08) amanda@jabber-br.org: pq o trem tinha que funcionar de qlqr jeito
(18:41:27) Amanda: tuneis?
(18:42:02) amanda@jabber-br.org: plural de tunnel
(18:42:02) amanda@jabber-br.org: ahuahau
(18:42:36) Amanda: ahuahauhauhauha
(18:42:43) Amanda: mas que que é isso?
(18:43:58) amanda@jabber-br.org: kkkkkkkkk
(18:44:03) amanda@jabber-br.org: eu inventei uai
(18:44:16) amanda@jabber-br.org: tunnel é um ssh passando por outra maquina
(18:44:33) amanda@jabber-br.org: vc loga no servidor e eu tb ai eu consigo logar na sua maquina
(18:44:47) Amanda: ah tá
(18:45:04) Amanda: romantico né?
(18:45:05) amanda@jabber-br.org: issoo
(18:45:09) Amanda: hahauhauhauhauha
(18:45:15) amanda@jabber-br.org: ée
(18:45:18) amanda@jabber-br.org: muito lindo
(18:45:25) amanda@jabber-br.org: melhor que um buque de flores

por que mulheres também podem gostar de termos técnicos. :)
 

Formatura

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Há uns dias atrás, uma amiga - e oradora da minha turma de faculdade - me mandou o discurso que ela leria no dia da nossa colação de grau. Ela disse que estava com medo de não conseguir ler, por causa do choro. Eu disse que era bobagem, que eu tinha certeza de que ela leria lindamente e que chorar lendo um texto era o cúmulo da besteira.

Claro, que ao ler o texto um pouco mais tarde, eu chorei até. Mas ela não precisava saber disso. Eu pensei que estivesse naqueles dias onde estou propensa a chorar por qualquer coisinha e deixei pra lá.

Durante a minha colação de grau, eu acho que fui a formanda que mais chorou. No meio de tanta gente, estava lá, a machinha, a hominho disfarçada de menina mais chorona de todos os tempos. Eu consegui chorar em absolutamente TODOS os discursos feitos dedicados à minha turma.

Chorei, por que como boa - ótima - nostálgica que sou, a coisa que mais faço é pensar no passado. Cada frase proferida me levavam pra uma outra dimensão. Eu esqueci da vergonha que estava sentindo por estar na frente de um milhão de pessoas que eu desconhecia e acabei transformando aquele momento numa viagem gigantesca.

Me lembrei de todos os dias passados ao lado daqueles 4 amigos ali do meu lado. De algumas outras pessoas da turma que estavam me assistindo da platéia. De outras que não puderam estar ali, mas certamente aplaudiram a minha vitória. Lembrei das vezes que briguei com minha família, que tanto me apoiou pra que eu pudesse estar ali, com aquela roupa insuportavelmente quente e aquele chapeuzinho engraçado vendo tanta gente de pé e sorrindo pra mim.

Pensei no quão egoísta eu fui, tantas vezes privando as pessoas da minha companhia para poder concluir trabalhos que me levaram à primeira vitória grande o bastante para merecer uma comemoração como esta. Como me disseram mais tarde neste dia, aquele era o 'meu dia'.

Uma formatura é a prova mais impressionante do quão egoísta uma pessoa pode ser. Quanto melhor ela foi, mais egoísta ela precisou ser. Mais ela precisou se esquecer de outros e pensar mais nela.

Foi o que eu mais fiz durante 3 anos. Pensei em mim.
Pensei em mim e me esqueci dos outros. Tudo isto, para 'aprender uma profissão' e me proporcionar um dia de felicidade extrema.

Foi por esta felicidade que eu chorei. Foi por olhar pra trás, ver o tanto que eu passei, quantos obstáculos eu venci e o quanto eu ignorei para estar ali em cima. E foi ali em cima, olhando para a minha família e meus amigos, todos de pé me aplaudindo é que eu percebi, que se não fosse por eles, apoiando o meu egoísmo eu não teria conseguido.

Foi por eles que chorei e é por eles que choro agora, escrevendo este texto e me lembrando mais uma vez de tudo que passou na minha cabeça ao ouvir "We are the champions" do Queen logo após pegar o meu canudo. O nosso canudo.

HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED.
 

Coisas aleatórias sobre mim

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O Rodrigo me convidou para esse meme. O meu primeiro por sinal. :}

Vamos às regras:

  1. Linkar a pessoa que te indicou.
  2. Escrever as regras do meme em seu blog.
  3. Contar 6 coisas aleatórias sobre você.
  4. Indique mais pessoas e coloque os links no final do post.
  5. Deixe a pessoa saber que você o indicou, deixando um comentário para ela.
  6. Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.

Minhas coisas aleatórias:

  1. Eu converso sozinha. E na maioria das vezes, fico parecendo uma doida quando faço isso.
  2. Eu me sinto uma autista dentro do ônibus. Coloco fones de ouvido e detesto que as pessoas encostem em mim.
  3. Eu sou afobada com as coisas e quero fazer tudo de uma só vez. Aí quando não consigo fazer alguma coisa e/ou elas não saem como eu tinha planejado, eu fico frustrada. Na verdade, essa é a frustração maior da minha vida.
  4. Eu tenho tanta maniazinha idiota que às vezes mais parecem TOCs. O mais idiota deles é arrumar tapetes desarrumados. Outra imbecil também é calçar a meia esquerda primeiro. E tem aquela de colocar o arroz antes do feijão, e aquela...
  5. Eu faço download de discografias inteiras por causa de uma música e tenho dó de jogar fora depois. Tenho centenas (sem exagero) de Cds de MP3, vídeos e fotos que eu nunca mais abri guardados em uma caixa por que tenho dó de deletar arquivos.
  6. Todas as minhas coisas são organizadas por ordem alfabética. Pastas, documentos, músicas, cds, dvds... é outra mania estranha (ah, roupas não são organizadas por ordem alfabética, mas por cores...) :P
Vou indicar pra Gigi e pra quem mais quiser fazer! :D

(E não reparem na esquisitisse. Obrigada.)
 

Como detectar uma mulher na TPM

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  • Ela assiste muitas comédias românticas antigas, mesmo que já tenha assistido 659 vezes;
  • ela sente desejos quase incontroláveis por chocolate;
  • ela se lembra de amigos que se mudaram pra longe quando passa em frente à antiga casa deles e chora (mesmo que passar por lá seja uma rotina para ela);
  • ela fica ainda mais inconstante e dois segundos depois que disse que queria muito poder esganar um 'menu safado', ela olha pra ele e acha que ele está ficando a coisinha mais linda do mundo (e claro, isto foi só um exemplo "técnico", geralmente também pode ser aplicado à pessoas);
  • ela passa a noite meio insone ouvindo as músicas da pasta 'X' (que só tem esse nome por que ela ficou com vergonha de nomear como 'dor de cotovelo');
  • quando ela está lendo, se tranca no quarto para que ninguém veja que ela chorou quando o mocinho morreu (e no caso quando ele ressucitou também);
  • ela lembra do passado e chora;
  • ela pensa no futuro e chora;
  • e ela só não chora no presente por que geralmente tem muita gente olhando (e o pior é que geralmente ela chora em todas essas ocasiões sem nem saber o por que).
duh! :P
 

Balanço do Carnaval '09

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Onde: sítio de amigos da família, há alguns poucos minutos de carro de BH.

Resumo:
  • inúmeras chamadas não atendidas de um número específico (¬¬)
  • 1 SMS com conteúdo preocupante (mas só à primeira vista) :D
  • 1 cicatriz nova, linda e enorme no indicador esquerdo (só é linda por que me cortei partindo limão pra tequilada)
  • 1 quase desmaio que matou geral de preocupação provocado pelo sangue que o tópico anterior causou
  • 1 garrafa de tequila degustada em 4 dias das mais belas formas
  • sol em quantidades exorbitantes e não recomendáveis
  • 1 engenheiro de automação, formado em matématica e que desenvolve em C conhecido
  • 747 fotos (sendo 132 para avatar hahahahahahaha
  • tédio sufocante que foi solucionado com as 'reliquias da morte'
  • 2 meninas de 9 anos falando que querem ser eu quando crescer (assunto para um post inteiro ¬¬ )
  • 1 ligação de amiga de infância (a única que sobrou) chorosa e recém-solteira
Conclusão:
  • carnaval é bom demais
  • ficar off é necessário
  • sentir saudades dos novos amigos mais do que dos velhos é simplesmente lindo
  • esquecer da vida deitada no sol, lendo e depois descobrir que você está bicolor (vermelha e branca) definitivamente não é legal.
  • ver que há realmente vida além monitor/teclado é incrível (e mais incrível ainda é perceber como eu havia me esquecido disso)
  • Engenheiros de automação, formados em matématica e que programam existem (:D) são gente boa e não são bitolados (talvez eu seja mais bitolada que ele)
  • abotoar camisas e amarrar cadarços depois de 5 dias andando semi-nua é um saco
  • lembrar de carnavais passados é deduzir que realmente m**** acontece
  • reparar que não cometi o mesmo erro do último carnaval me deixou realmente muito feliz
  • observar duplar e não pensar 'ano que vem eu também estarei' é indescritível
  • e finalmente, poder lembrar do primeiro tópico de conclusão e ainda assim agradecer por 'todo carnaval ter seu fim' é reconfortante e me acorda pra vida.
Agora é relaxar, respirar fundo e deixar que 2009 comece.

P.S.: E pra começar bem o ano, um trecho de um discurso do Teatro Mágico que eu gostaria muito que fosse meu 'lema' esse ano:

"O ontem acabou, passou, já foi. Daqui a pouco nem existe, ainda nem começou e a gente só tem agora pra poder se declarar, pra poder criticar, pra poder olhar no olho, pra poder se confessar, para ser e estar"
 

Viagens de Amanda parte III - Sonhos lindos parte I

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Estava saindo de casa.
Era espaçosa, muito bem iluminada, com poucos móveis, muita coisa colorida e um chão maravilhoso de madeira.

Tranquei a porta e não guardei as chaves. Desci as escadas com elas na mão. Passei pelo porteiro do prédio que me deu bom dia. Coloquei meus óculos escuros e me encaminhei para um carro. Um C3 grafite lindíssimo. Sentei-me de frente para o volante, coloquei a minha bolsa no banco do passageiro e ajeitei o lenço amarelo maravilhoso que estava amarrado no meu pescoço.

Coloquei a chave na ignição e, "ó, meu Deus, eu sei dirigir!" Não faço a mímima idéia como, mas dirigi. Estacionei em frente à um prédio muito bonito, todo espelhado e desci do carro. Encontrei com uma engenheira colega de serviço e subimos juntas. Pelas escadas, afinal, eu tenho pavor de elevadores.

Entrei na minha sala que para a minha surpresa estava mais colorida e descontraída. As pessoas não usavam uniformes e trabalhavam de forma mais despojada. Desejei bom dia aos meninos e me sentei na minha mesa. Liguei o meu computador e após ler os meus emails (incluindo um bem romântico me desejando bom dia, que foi prontamente respondido), eu abri um terminal e comecei a dar comandos que ainda desconheço, mas com a plena segurança do que eu estava fazendo.

Daí eu não me lembro de mais nada. A não ser depois disso, uma estrada (linda, sem buracos e nem matagal), um dia lindo, um sol maravilhoso e eu dirigindo o C3zinho e o lenço amarelo esvoaçante.

Acordei uma perua de marca maior, mais sonhadora do que geralmente sou e bobinha. Tipo, mais bobinha do que geralmente sou também. :P

Mas, foi lindo. Quem sabe um dia o sonho não se realize, não é mesmo? Para isso, eu só preciso da casa, da carteira de motorista, do C3, do prédio lindo de trabalho, do email romântico desejando bom dia e do lenço amarelo.

Acho que vou começar pelo lenço amarelo. :)
 

Hoje eu to assim...

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Mop Top - O Rock Acabou

Está tudo bem, acho que sempre foi assim
Nada pra sentir, espero outro dia vir
Eu quero te ligar, eu quero algo pra beber
Algo pra encher, algo que me faça acreditar

Sempre ausente, me faz sorrir
Sempre distante, dorme aqui

Enquanto você se produz
Eu vejo o que não vê
Crescer para que?
Ser e esquecer
Eu corro contra a luz
Eu fujo sem entender
Vencer para que?
Ser e esquecer

O rock acabou, melhor ligar sua TV
Ela nunca está, ela nunca vai entender
Eu gosto da sua saia assim, vem deitar perto de mim
Verdade eu não me importo, quero um amor que não sei mais sentir

Sempre ausente, me faz sorrir
Sempre distante, dorme aqui

Enquanto você se produz
Eu vejo o que não vê
Crescer para que?
Ser e esquecer
Eu corro contra a luz
Eu fujo sem entender
Vencer para que?
Ser e esquecer

=/
 

Minhas considerações sobre o fim da faculdade

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É, eu formei.

E pra falar bem a verdade, a sensação não é exatamente a que eu esperava quando comecei a faculdade.

Quando eu entrei lá, entrei uma menina (17 anos). Era quase um pivetinho (e isso, os próprios meninos da sala me falam). Eu andava de calças largas e tênis de skatista.

Esse comportamento era o mesmo que eu tive a adolescência inteira. Eu sempre freqüentei shows de rock, era uma faz-tudo na banda do meu primo (desde fotógrafa a web designer até carregadora de caixas de som - mas não me importava, já que eu tinha uma camisa com meu nome, aparecia em todos os agradecimentos que eles faziam e andava de Kombi pra cima e pra baixo com eles), depois da aula ficava até duas horas da tarde sentada numa lanchonete que tinha perto da minha escola tomando guaraná Del Rey e comendo chips amarelo que mais parecem isopor com a "minha turma" e sempre me apaixonei pelos skatistas mal encarados do meu bairro (sujeitos os quais, minha mãe sempre proibiu de me tornar amiga, o que fazia com que toda amizade que eu fazia com eles se tornasse clandestina).

Foi nesse pique que eu entrei na faculdade. Sem nenhuma idéia do que seria Análise de Sistemas. Eu entrei por que, devido à minha função de webdesigner na banda do meu primo, eu pensei que este era o curso certo pra quem tinha como passatempo preferido construir sites em HTML puro, utilizando o conceito mais inovador do mundo: as tabelas!

Com o passar do tempo, a gente vê que não é bem assim.

Eu descobri que realmente caí de pára-quedas e que o curso não tinha absolutamente nada a ver com o que eu fazia todas as tardes até então. Descobri que eu não veria HTML tão cedo e que as coisas são bem mais complexas do que o problema que fez com que meus "marquees" não estão mais exibindo o gif super legal que eu criei pra banda.

O problema de tudo foi que eu gostei do curso.

E comecei a me empolgar, já que TODO mundo que descobria o curso que eu estava fazendo me elogiava horrores dizendo que esta era a profissão do futuro!

Durante o curso inteiro, eu só conseguia me lembrar das outras opções que eu tinha colocado no pro-uni: Letras (com ênfase em português), Comunicação Social e Arquitetura. E ficava pensando se eu tava realmente no lugar certo. Comunicação social eu tirei da minha lista logo de cara, já que eu não me comunico muito bem. Às vezes, prefiro um monitor e um teclado na minha frente do que uma pessoa de verdade (an, sim, eu sou um bicho do mato). Letras eu tirei pelo mesmo motivo, já que quem faz Letras não tem muitas opções a não ser se tornar professor (se eu sou péssima para apresentar trabalhos, imagina dando aula). E tinham outros cursos também, mas eram muitos... :P

Mas eu continuei. Muitas das vezes me sentindo literalmente uma estranha no ninho por não entender piadas ou conversas dos meninos da minha sala ou quando tentava conversar com meus antigos amigos sobre coisas que só eu entendia (mesmo que pela metade). Mas continuei por que as coisas realmente me impressionavam. E me deixavam curiosas para saber como funcionavam!

E batalhei, suei, custei a arrumar estágio, arrumei (um não totalmente técnico, onde eu não coloco a mão no código, apesar de querer muito aprender a programar), passei pra noite, e um dia eu descobri que tinha “crescido”.

Percebi que não usava mais calças largas, que não me importava mais com bandas como antes, que não falava mais com os skatistas mal encarados (e nem me apaixonava mais por eles) e minhas leituras não eram mais quadrinhos engraçados, mas sim feeds técnicos. Tá. Os tênis ficaram (mas são all stars e não skatistas), mas foi uma mudança e tanto!

E junto com essa mudança pessoal, veio um monte de conhecimento técnico que eu não sabia (e às vezes ainda não sei) onde colocar. Um bando de coisa nova que me deu uma base e um amadurecimento enorme para entender coisas novas, mas que realmente não me ensinou uma profissão. Pelo menos não no sentido literal da palavra profissão. E isso me frustrou.

Conversei recentemente com um professor sobre isso e ele me disse que isso está certo. Que a faculdade não ensina nada pra ninguém e que quem aprende a profissão somos nós. E ele falou também que profissões não têm manuais do tipo: “Como ser um Analista de Sucesso em 10 lições!”

Whatever.

O objetivo de todo esse texto foi pra falar que acabou. Não tem mais faculdade e eu não sei o que pode ser daqui pra frente. Pela primeira vez na vida eu vou sair do serviço e ir pra casa. Vai ser tipo quando eu só estudava. E ficava até duas horas da tarde na lanchonete tomando guaraná. Mas agora isso pode ser chamado de Happy Hour e a lanchonete será substituída por bar e o guaraná por cerveja. hahahaha

Vai sonhando, heim? Acho que acabou porcaria nenhuma. Acho que agora é que realmente começa.

Future, here we go! :)

P.S.: Eu infelizmente não terei happy hours todos os dias. Pretendo estudar e aprimorar o meu lado programadora à noite, já que não faço isso sempre no serviço.
 

Homens, mulheres, Twitter e Banco de Dados

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Um dia eu fiz uma afirmação no Twitter dizendo que "homens são todos iguais e só mudam o CPF porque é chave primária". E recebi alguns replys.

De todos os replys que recebi, o do Flavio foi o que mais me marcou.

Ele disse que as mulheres são a mesma coisa (são diferenciadas pela chave primária também) mas que a chave da mulher é chave composta. Na hora eu discordei. Achei errado e tal. Mas fui pra casa pensando nisso. E fiquei pensando no significado das chaves compostas.

Vamos para a aula de Banco de Dados I, galera:

Chave primária: "Ao definirmos um campo (da tabela do banco de dados) como sendo uma Chave Primária, estamos informando que não podem existir dois registros com o mesmo valor no campo, ou seja, os valores no campo Chave Primária precisam ser únicos". (copiado descaradamente de www.juliobattisti.com.br- mas eu adaptei)

Em outras palavras: CPF é único e portanto pode ser uma chave primária, então os homens só são diferenciados por ele (deu pra entender, né?)...

Já a chave composta é uma chave primária que precisa de mais de um campo único.

No nosso contexto, a tabela Mulher possui chave composta. Isso quer dizer que as mulheres possuem os mesmos campos, mas com valores diferentes, o que torna cada mulher única.

Eu acho que não entendi logo no início por que tenho uma aversão às chaves compostas. Elas não são tão recomendadas (pelo menos por mim) por que elas dão um trabalhão do caramba... Então eu devo ter ligado uma coisa na outra... E juntei também com a raiva que eu devia estar dos homens na hora que twittei a frase e julguei que ele pudesse estar falando mal também.

Mas cara, quando a minha ficha caiu, eu tive vontade de voltar o tempo e apagar o twitt que eu enviei ao Flavio falando que discordava. Por que depois de colocar a cabeça pra funcionar, eu vi que concordo!

E acho que foi um jeito tão bonito de falar das mulheres... =D

Claro que eu posso ter levado tudo isso pelo lado romântico da coisa, quando na verdade ele quis dizer algo com um sentido completamente diferente, mas eu adorei ver por esse prisma!

E eu fiz esse post por que eu não consegui voltar no tempo pra retirar o que eu disse para o Flavio...

Então, ta aí... =D
 

É hoje...

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Eu tô tão nervosa, tão nervosa que precisava falar alguma besteira aqui pra relaxar. Aliás, tem tempo que não passo aqui. É tudo culpa dessa nossa vidinha corrida...

Assim... Tô formando agora. Como todo mundo sabe (ou não). Então... Apresento agora o TCC.

Para ser mais exata, hoje a noite. Ás 21:00 estarei eu lá, firme e forte como um prego no pudim. Não por que eu não saiba as coisas que eu vou apresentar. Sei e sei pra caramba. Estudei muito pra poder afirmar com essa segurança toda.

Mas acontece que essa segurança é covarde. Ela se esconde TODA vez que eu penso na hora da apresentação. Aí eu tremo nas bases.

Fico nervosa, dou crise de riso (ou de choro) e quase peço pra sair!

Amanhã eu volto e conto qual foi o resultado (Ou não. O que é muito mais provável!)

beijosmeligapradesejarboasorte!

P.S.: Não vou comentar do meu pé que está definhando dentro desse sapato bico fino, que é chique, mas que me faz desejar os meus all star como nunca na vida toda.
 

Category: , By Amanda Magalhães
Sabe esses carinhas que vendem canetas dentro do ônibus? Ou chaveiros, agendinhas e um monte de parafernália pra ajudar o "Lar dos drogados de não sei onde"?

Pois é. Eu SEMPRE ajudo.

Sou uma babaca? Pode ser, mas cara, eu não consigo deixar passar. Eles dizem que a casa de recuperação lá existe há 10 anos e não recebe ajuda do governo. Eu não duvido.

E assim... Eu fico pensando... Eu conheço gente que mexe com droga (Quem não conhece ou conheceu?)... Sei como é difícil para eles e principalmente para a família, que não pode simplesmente amarrar a pessoa e levá-la para a recuperação. Este deve ser um ato consciente do viciado.

Se você não conhece nenhum viciado, agradeça à Deus e pegue a Amy Winehouse como exemplo

E depois que ele perceber que não consegue sair dessa sozinho (o que é muito difícil), eu imagino que deve ser ainda mais difícil se livrar do vício.

Eu não tenho vícios. Não fumo, bebo pouco (juro!), mas juro que consigo imaginar como deve ser difícil abandonar um vício.

Na semana que fiquei sem gtalk e twitter, a coisa mais difícil era não abri-los. Tanto, que fiquei bastante tempo on line nos dois, mas aparecendo como off e não me correspondendo com os outros. Sabe, só pra ter o prazer de olhar as pessoas entrando e saindo, atualizando seus status e tal. Para me descarregar das coisas que geralmente descarrego no Twitter, criei um arquivo txt chamado 'twitter sem twitter', em que twittei a semana inteira (e publiquei aqui.

Eu pude fazer isso. E quem está tentando se livrar das drogas? Ele não tem ponto de escape. Não tem como descarregar a vontade. Essa coisa de que para deixar de fumar, você deve mascar um chiclete sempre que sentir vontade de acender um cigarro? Isso não funciona (minha mãe, minha tia, meu namorado e vários amigos fumam e já tentaram isso e foi em vão). Para parar mesmo, eles têm apenas a força de vontade, ela, ela e só ela!

Eu dou uma moral do cacete pra esse pessoal que cuida dessas casas de recuperação. Deve ser muito difícil lidar com esse tipo de situação. A pessoa deve ficar agressiva, depressiva e mais um monte de 'ivas' por aí.

Então sempre que posso, ou não posso (sexta feira, dei o dinheiro do meu café da manhã pro cara das canetas), eu ajudo. O dinheiro é realmente utilizado para o fim que o cara fala? Não sei, mas pelo menos, quando eu coloco a cabeça no travesseiro eu penso que eu ajudei alguém que precisava. E isso me faz bem.

Se pudesse, eu faria bem mais.

=P

Então tá.
 

Sexo Frágil

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Ah...
Tô cansada desse papo tá!

Semana passada, foi a semana mais punk que eu já passei em toda a minha vida. Tá, exagerei.

Segunda feira, eu tive que subir num salto e apertar meus pés num bico fino pra lá de desconfortável pra ficar chique. Chique por que tinha uma auditoria no meu serviço e eu iria acompanhá-la. Então, eu tinha que estar um mínimo apresentável né.

Tinha por que não teve. O rapaz simplesmente não apareceu. Quando fiquei sabendo que ele não iria mais, eu morri. Tá, não morri óbvio, mas tive uma decepção enorme. Tive que passar o resto do dia até muito tarde (por que estudo a noite) com os pés doendo pra caramba e sem fazer cara feia né. Agindo como se fosse tudo muito normal e como se estivesse tudo lindo.

Dei "sorte", por que a minha sala na faculdade ainda estava com muito cheiro de tinta e fomos liberados. Daí aproveitamos pra matar a saudade e ir tomar um choppinho bem gelado com uma batata assada com frango e catupiry.

Delícia. Pagou toda desgrama da segunda.

Mas a terça, pqp.
Foi escabroso mesmo.

Eu trabalhei pra cacete o dia inteiro.
E consegui conciliar, com as tarefas do trabalho algumas pendencias pessoais. Pendencias as quais eu já citei aqui antes. Estou aprendendo PHP. Então instalei alguns utilitários aqui para poder programar nas horas vagas.

Peraí... eu disse instalei? Não. Eu tentei instalar. Por que a porcaria do Xampp só dava problema. Me deu dor de cabeça o dia inteiro.

E fora a dor de cabeça, eu estava com uma cólica infernal. E tendo cólicas, consequentemente ainda resta um pouco de TPM, o que significa estar muito emotiva e chorando por qualquer coisa (pelo menos pra mim).

Apesar de tudo isto, tive que continuar sorrindo, pois tinha cliente visitando a empresa e a gente deve ser no mínimo educada.

Depois do serviço ainda tive que ir para a faculdade. Logo no primeiro horário tinha Economia, cheiro horrível de tinta e ex-namorado, tudo na mesma sala.

E mesmo chorona, com vontade de sumir, com um resto de cólica, cheia de minhoca na cabeça, ainda tive que sorrir para evitar perguntas indesejadas.

Toda mulher já teve dias como estes.Tenho certeza de que já passaram por coisas muito piores do que isso.

E depois de tudo isso, a gente ainda tem que ouvir que somos o sexo frágil.



Sexo frágil o cacete!

Beijosnãomeligaporqueeutotrabalhandodemaishoje!